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5 problemas de saúde que atrapalham o desempenho dos seus motoristas

Um novo levantamento feito nas estradas revela o aumento do consumo de substâncias mais pesadas nas estradas.

Toda equipe de gestão de frotas entende a importância de fazer a manutenção de ativos regularmente, mas nem todos pensam em programas de bem-estar para promover a qualidade de vida dos caminhoneiros. Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), os motoristas de caminhão brasileiros rodam cerca de 10 mil km por mês e trabalham quase 12 horas por dia, o que representa 50% do dia gasto na boleia do caminhão.

A pesquisa também mostra que o número de mortes por acidentes causados por caminhoneiros não para de crescer. Só no ano passado o aumento foi de mais de 10%. E conforme constatado, a maioria dos acidentes é provocada por caminhoneiros que fazem uso de drogas para driblar o sono e aumentar o desempenho nas estradas.

A presença de estimulantes foi detectada em 33% dos motoristas submetidos a exames toxicológicos. Entre as drogas mais usadas estão a cocaína, aparecendo em 73% dos testes que deram positivo, e anfetamina, o popular “arrebite”, que aparece em 18% desses casos.

Para uma maior conscientização sobre  o uso desses estimulantes ilegais, é importante que o gestor de frotas trabalhe de forma eficaz em orientar esses motoristas sobre os malefícios e efeitos colaterais dessas substâncias.

Veja como o incentivo a simples mudanças de hábitos podem evitar incidentes nas estradas.

1. Má alimentação

Longos períodos sem se alimentar tendem a diminuir o nível de glicose, necessária para a manutenção da concentração e da atenção, podendo ocorrer sonolência, tonturas ou sensação de fraqueza, porém comer demais e consumir alimentos muito pesados causam o mesmo efeito, pela alta concentração de sangue no estômago e baixa no cérebro. Oriente o consumo de fibras, e opte por alimentos mais leves como frutas, verduras e proteínas magras, eles provocam sensação de saciedade por mais tempo.

2. Desidratação

Pode parecer bobagem, mas beber dois litros de água por dia ajuda na manutenção da segurança dos caminhoneiros, pois a desidratação é coisa séria e em casos extremos pode causar tontura, delírios e até desmaio.

3. Automedicação

Qualquer medicamento altera características ou condições do corpo humano, e em vários deles os efeitos colaterais contraindicam o ato de dirigir, por provocarem sonolência, alterações na capacidade psicomotriz, vertigem, euforia, entre vários outros sintomas. Se for preciso fazer uso de algum medicamento, leia atentamente a bula e esclareça ao seu médico sobre sua profissão para que ele possa dar orientações precisas.

4. Sono atrasado

Existem alguns macetes que os motoristas costumam utilizar para prorrogar a hora de dormir, como tomar energéticos, mascar chicletes, fumar, dirigir com o som alto, dentre outros. Esses métodos não resolvem o problema, apenas abrandam temporariamente o sono, e quando ele ressurge se torna incontrolável.

5. Relógio biológico

Segundo um estudo do Cemsa, entre 12h e 14h, e entre 20h e 5h, são os horários em que o corpo está com os sinais de alertas mais baixos. O melhor a ser feito é tentar aproveitar esses períodos para descansar.

Em março de 2016 entrou em vigor a Lei nº 13.103, de 2015, que obriga condutores profissionais de vans, caminhões e ônibus a fazerem o teste toxicológico sempre que: renovarem a carteira de habilitação, mudarem de categoria, forem admitidos ou desligados de uma empresa.

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